Advogado de Guarda de Filhos em Brasília e entorno
Guarda compartilhada, unilateral, alteração de guarda e convivência: decisões que definem o dia a dia dos filhos merecem orientação técnica e sensível.
O que é a guarda e quais os tipos
Guarda é o conjunto de direitos e deveres dos pais em relação aos filhos menores: decidir sobre educação, saúde, criação e o dia a dia da criança. No Brasil existem dois regimes principais: a guarda compartilhada, em que ambos os pais dividem as decisões (regra legal desde 2014), e a guarda unilateral, em que um dos pais concentra as decisões e o outro supervisiona.
Guarda não se confunde com convivência: mesmo na guarda unilateral, o outro genitor tem direito a conviver com o filho, conforme o regime fixado.
Como funciona a definição da guarda
A guarda pode ser definida por acordo entre os pais (homologado pelo juiz) ou por decisão judicial, quando não há consenso. O juiz considera o melhor interesse da criança: vínculos afetivos, rotina escolar, disponibilidade de cada genitor e, quando pertinente, o estudo psicossocial realizado por equipe técnica do tribunal.
A guarda compartilhada é a regra mesmo sem acordo entre os pais — só é afastada quando um dos genitores declara não desejar a guarda ou quando há risco à criança.
Quem pode solicitar
Qualquer dos pais pode pedir a definição ou a alteração da guarda. Em situações excepcionais — falecimento, abandono ou risco —, avós, tios ou outros parentes podem pleitear a guarda do menor, inclusive para fins previdenciários e de dependência.
Documentos necessários
Certidão de nascimento do filho, documentos pessoais, comprovante de residência, comprovantes da rotina da criança (escola, plano de saúde, atividades) e, em caso de disputa, elementos sobre a capacidade de cuidado de cada genitor. O advogado orienta o que reunir sem expor a criança.
Quanto tempo demora
Acordos homologados saem em poucas semanas ou meses. Disputas judiciais de guarda, por exigirem estudo psicossocial e instrução, costumam levar de vários meses a mais de um ano — período em que o juiz pode fixar guarda e convivência provisórias para proteger a rotina da criança.
Como o advogado pode ajudar
O advogado constrói acordos realistas (que evitam novos conflitos), atua com urgência quando há risco — pedindo guarda provisória ou medidas protetivas —, conduz a produção de provas com respeito à criança e combate práticas de alienação parental. O objetivo é um arranjo estável, bom para o filho e cumprível pelos pais.
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Dúvidas comuns
Guarda compartilhada dispensa pensão alimentícia?
A mãe sempre fica com a guarda?
Posso mudar a guarda já definida?
Avós podem ter a guarda do neto?
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